Pix automático e por aproximação fomentam modernização no sistema financeiro

O Pix por aproximação, modalidade já utilizada por muitos consumidores, passou a ser obrigatório para bancos e instituições financeiras que estão no âmbito do Open Finance na sexta-feira, 28 de fevereiro. Já o Pix automático entra em vigor em 16 de junho de 2025 e em abril, o Banco Central abre uma janela interna para que as organizações estejam aptas a fornecer a oferta e comecem a homologar a experiência que será oferecida aos clientes finais. Referência mundial por sua facilidade e agilidade nos pagamentos, o Pix já responde por 25% de todos os pagamentos realizados no país. De acordo com o BACEN, os brasileiros movimentaram R$ 26,455 trilhões em transferências feitas via Pix ao longo de 2024, um aumento de 54% em relação ao que foi movimentado no ano anterior, um valor de R$ 17 trilhões.

“O Pix automático faz uma analogia ao débito automático e simplifica as transações, além de revolucionar a forma de se fazer um pagamento recorrente. Para que ele seja implementado, as instituições financeiras precisarão fazer homologação, pois em abril se iniciam os testes obrigatórios das capacidades das organizações no BC”, diz Samara Rodrigues de Lima, Digital Product Manager da Topaz, uma das maiores empresas de tecnologia especializada em soluções financeiras digitais do mundo. A especialista também reforça que, associar um pagamento ao Pix automático, mitiga questões de inadimplência.

Pix por aproximação

Com a simples ação de aproximar o smartphone nas maquininhas e nos terminais de pagamento, de maneira bem parecida como ocorre com o pagamento por cartões de crédito ou débito, o Pix por aproximação já conquistou usuários e promete agilizar as compras em estabelecimentos físicos. Essa transação é feita por meio de carteiras digitais (wallet) e não será mais necessário ler QR Code ou acessar o app do banco para validar a operação, mas o usuário deve ter um dispositivo compatível com a tecnologia NFC.

“A Topaz está bem à frente desses temas, com os sistemas adaptados e já temos todo o Pix automático implementado. Não só a liquidação financeira, mas os recebíveis também. A nossa solução de Pix, que já está em testes, é um diferencial, pois toda a recorrência de pagamento é controlada por essa ferramenta. Além disso, temos todas as questões do NFC, que estão em consulta com o BC, e estamos felizes que essa modalidade já esteja disponível para agilizar pagamentos”.

Para Samara Rodrigues de Lima da Topaz, a adoção dessas funcionalidades de pagamentos instantâneos está ampliando o uso de transações digitais no Brasil e no mundo. “Estamos passando por uma inovação financeira que está inundando a economia global e a digitalização dos pagamentos só prova o quanto essa modalidade traz uma vantagem econômica e avança, beneficiando o usuário, sem contar a inclusão financeira, que está diretamente ligada a fatores econômicos. O Pix fomenta a questão do dinheiro mais rápido, mas ele fomenta também a digitalização, o acesso das pessoas ao meio digital”, conclui.

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