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Investimento do Instituto Atlântico em IA supera R$ 55 milhões em 2026 impulsionado por energia, indústria e TIC

IA

A rápida adoção da Inteligência Artificial (IA) no setor produtivo brasileiro tem acelerado a busca por soluções capazes de converter inovação em eficiência operacional. Em 2026, o Instituto Atlântico movimentou mais de R$ 55 milhões em projetos dedicados à aplicação direta de IA, com foco estratégico nos setores industrial, de energia e de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

As iniciativas abrangem soluções avançadas como manutenção preditiva, visão computacional para controle de qualidade e otimização energética. O portfólio está diretamente alinhado às diretrizes do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) e à Nova Indústria Brasil (NIB), políticas públicas voltadas ao fortalecimento da competitividade industrial e da transformação digital soberana.

O avanço reflete uma mudança estrutural na indústria nacional. Dados da PINTEC (IBGE) indicam que a adoção de IA por empresas industriais no país saltou de 16,9% em 2022 para 41,9% em 2024, consolidando a tecnologia como pilar central de negócios.

Estamos falando de projetos que conectam o desenvolvimento tecnológico a desafios concretos de setores estratégicos para o país. A IA ganha relevância quando conseguimos transformar conhecimento em aplicações capazes de gerar eficiência, produtividade e competitividade”, destaca Luiz Alves, Diretor de Inovação e Novos Negócios do Instituto Atlântico.

Ecossistema estendido ultrapassa R$ 90 milhões em 2026

O alcance das operações do Instituto Atlântico expande-se significativamente quando analisada a infraestrutura necessária para suportar a tecnologia. Ao contabilizar iniciativas que desenvolvem competências habilitadoras, como conectividade, arquitetura de dados e capacidade computacional, a movimentação do Instituto em 2026 ultrapassa R$ 90 milhões.

  • IA Direta (R$ 55M+): Modelos de visão computacional, algoritmos preditivos e gestão inteligente de recursos de energia.

  • Capacidades Habilitadoras (Complementares a R$ 90M+): Engenharia de dados, infraestrutura de processamento, segurança operacional e conectividade industrial.

Para levar a IA à escala, não basta desenvolver a aplicação. É necessário construir todo um conjunto de capacidades que permita que essa tecnologia seja incorporada às operações de forma segura e eficiente. Quando olhamos para esse ecossistema, dimensionamos a real escala e o potencial de impacto da IA nos setores produtivos”, reforça Luiz Alves.

Com esse volume de investimento, o Instituto Atlântico consolida sua posição como centro de excelência em pesquisa aplicada e desenvolvimento de IA, integrando inovação científica, maturidade tecnológica e alinhamento com as prioridades industriais do país.

Imagem gerada por IA (Gemini)

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